MESMO PRESO, CUNHA TRABALHA PARA PROVAR QUE TRÊS DELATORES MENTIRAM

O ex-deputado Eduardo Cunha, que foi presidente da Câmara, tem dedicado seu tempo de prisão, no Complexo Médico Penal de Curitiba, “com foco e paciência de ourives”, segundo um amigo da família, a um trabalho minucioso que pretende desmontar depoimentos de três delatores que mais o implicaram nas denúncias que o levaram à prisão: os “operadores” Júlio Camargo, Fernando Baiano e Lúcio Funaro. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os três delatores acusaram Eduardo Cunha de cobrar propinas e de recebê-las, usando sua influência para viabilizar decisões oficiais.

Focado, Cunha isola datas, horários e locais citados e garimpa provas de que ele não poderia ter participado das reuniões delatadas.

Cunha está animado, dizem amigos da família: acha que vai provar, em alguns casos, que nem sequer estava na cidade de algumas reuniões.

Caso a mentira venha a ser comprovada, Camargo, Baiano e Funaro ficam sujeito a anulação dos respectivos acordos de delação premiada.

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