ARARIPINA REALIZA AÇÕES EDUCATIVAS NA SEMANA NACIONAL DO TRÂNSITO

A Semana Nacional de Trânsito, que acontece entre os dias 18 a 25 de setembro, é o período definido no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para a intensificação das orientações de educação, com o objetivo de reduzir os índices de acidentes e vítimas.

O tema deste ano é “No trânsito, sua responsabilidade salva vidas” serão realizadas diversas atividades educativas com o objetivo de sensibilizar pedestres, ciclistas, motociclistas, condutores e passageiros do papel que cada um tem na segurança do trânsito e na preservação da vida.

A Autarquia Municipal de Mobilidade, Trânsito e Transporte de Araripina – AMMTT está realizando ações de panfletagem nas principais vias da cidade com material educativo sobre as principais infrações de trânsito identificadas na cidade:

– Estacionar sobre a faixa de pedestre (CTB Art 181 – VIII)

– Estacionar em locais e horários proibidos (CTB Art 181 – XVIII)

– Utilizar a via para depósito de mercadorias, materiais ou equipamentos (CTB Art 245)

– Não usar o cinto de segurança (CTB Art 167)

– Dirigir utilizando fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefone celular (CTB Art 252 – VI)

– Conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor sem o uso do capacete, inclusive o passageiro (CTB Art 244 – I e II)

– Conduzir o veículo em desrespeito ao sentido de circulação da via – andar na contramão (CTB Art 186 – II)

De acordo com o diretor-presidente da AMMTT, Renan Bihum, a Semana Nacional do Trânsito é um período em que as ações educativas são amplamente divulgadas para que toda a sociedade se conscientize a respeito dos seus deveres e direitos estabelecidos pelo CTB.

“Anualmente dois grandes eventos conclamam a sociedade para a reflexão sobre o trânsito: a Semana Nacional e o Maio Amarelo. Estas duas campanhas têm como objetivo alertar sobre a importância do trânsito seguro para todos. Em Araripina, com a recente municipalização do nosso trânsito, estamos intensificando as ações educativas e indicando as principais infrações que identificamos pelas ruas da cidade”, afirmou.

AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE DA MRV TÊM SE DESTACADO NO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL

De acordo com relatório recente da XP, que reforça os tópicos ESG considerados mais importantes para as incorporadoras de imóveis residenciais populares, a MRV está na liderança nos pilares E (Environmental) e S (Social)

A sustentabilidade dá frutos e se conecta diretamente às premissas de responsabilidade do grupo MRV&CO, composto pelas empresas MRV, Urba, Luggo, Sensia e AHS. A marca MRV, focada em imóveis populares, foi destaque em um relatório recente sobre ESG (Environmental, Social e Governance) da corretora XP que avalia a companhia como líder do setor nos pilares E e S. Na frente E, se destacam seus esforços na busca e implementação de soluções de energia limpa, gestão de emissões de gases do efeito estufa (GEEs) e políticas de gestão de resíduos, enquanto na frente S há iniciativas da empresa em inclusão social e o Instituto MRV.

“Focando no pilar E, nós buscamos ir sempre além dos projetos voltados à inovação e sustentabilidade em processos construtivos e trabalhamos intensamente para reduzir os impactos diretamente relacionados à nossa operação”, afirma Raphael Lafetá, Diretor Executivo de Relações Institucionais e Sustentabilidade da MRV.

A MRV compensa 100% de suas emissões de gases de efeito estufa (GEEs) diretas e por consumo de energia, por meio da compra de créditos de carbono realizada anualmente desde 2015. A empresa é a única construtora do Brasil que realiza a compensação de carbono e que participa do CDP e é a única a estar listada na carteira do ISE, da B3, pelo quinto ano consecutivo.

Ainda, a companhia se destaca por ser a única empresa de construção civil do país a assinar o compromisso com a iniciativa Science Based Targets Initiative (SBTi), para futuras metas públicas de redução de GEE (gás de efeito estufa) baseadas no Acordo de Paris, realizando um trabalho intenso de sensibilização de sua cadeia de fornecedores para importância em reduzir suas emissões.

O CEO Eduardo Fischer é Líder com ImPacto da Rede Brasil do Pacto Global, que foca em posicionar os CEOs como mobilizadores da sustentabilidade dentro das empresas e em relações externas. Fischer é embaixador do ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), que tem como objetivo tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

“Focando no pilar S, nossas ações sociais vão desde doações a causas que consideramos importantes até investimentos em obras, projetos e infraestrutura com benefícios à vizinhança dos nossos empreendimentos, mas o nosso foco principal é com a educação, que é trabalho do Instituto MRV, fundado em 2014 para direcionar recursos e inteligência ao desenvolvimento e apoio a projetos educacionais”, conta Eduardo Fischer, presidente do Instituto MRV.

A empresa acredita que a educação é a força motriz capaz de promover a transformação social do país. O Instituto MRV acredita que educar é transformar. Ao longo dos seus mais de 40 anos de história, a MRV desenvolveu e apoiou diversos projetos em todo o país, mas foi com a criação do Instituto que as iniciativas ganharam ainda mais força. Hoje, 1% do total do lucro líquido da construtora é revertido em ações para o desenvolvimento educacional das comunidades onde a empresa atua.

Sobre MRV

Com mais de quatro décadas de mercado, a MRV acumula um histórico robusto de inovações para proporcionar experiências diferenciadas para seus clientes, se posicionando na vanguarda da indústria nacional. A empresa é a primeira Construtech de grande porte do mercado brasileiro. Seu processo de transformação digital vem consolidando a companhia na chamada indústria 4.0. Com foco principal no cliente, todo o investimento em inovação tem como finalidade proporcionar uma experiência diferenciada para esse público que conta com uma base de mais de 500 mil famílias. A MRV é profunda conhecedora de seus consumidores, seus hábitos de consumo e saúde financeira destas milhares de pessoas. Com foco na evolução constante de seus processos, a MRV é a primeira empresa de seu setor a desenvolver e colocar em funcionamento uma plataforma de vendas, que possibilita seus clientes realizarem todo o processo de compra de um imóvel digitalmente. Acesse e conheça mais sobre a MRV: www.mrv.com.br

GOVERNO CRIA 2 NOVAS DELEGACIAS DA MULHER NO SERTÃO E DEIXA ARARIPINA E SERRA TALHADA DE FORA

Por Roberto Gonçalves

Uma atitude do Governo de Pernambuco provocou revolta na ex-vereadora e atual secretária Executiva da Mulher e Cidadania de Serra Talhada, Vera Gama. Nessa segunda-feira (20) foi anunciado a criação de quatro novas Delegacias Especializadas de Atendimento  à Mulher (DEAM) nos municípios de Olinda, Palmares, Arcoverde e Salgueiro.

Serra Talhada e Araripina, segunda e terceira maiores cidades do sertão, respectivamente, ficaram de fora. O curioso foi a justificativa para abertura dos equipamentos. Segundo o governo, o critério foi o registro da quantidade de crimes contra às mulheres, número de feminicídios, estupros e quantidade de medidas protetivas expedidas.

A reportagem do Site Farol de Notícias de Serra Talhada, constatou, após pesquisa apurada, que no período de janeiro a agosto deste ano, foi registrado, em Serra Talhada 324 casos de violência contra a mulher, e no mesmo período, em Salgueiro, 284. Os números provocaram uma forte reação de Vera Gama.

DORIA, LEITE, TASSO E VIRGÍLIO SE INSCREVEM NAS PRÉVIAS PRESIDENCIAIS DO PSDB

Por Agência O Globo

As prévias que vão indicar um candidato do PSDB ao Planalto em 2022 começaram oficialmente nesta segunda-feira em meio a uma disputa acirrada entre os governadores João Doria e Eduardo Leite.

Ao todo, quatro candidatos fizeram a inscrição no processo interno: Doria, Leite, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) e o ex-senador e ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB-AM). As campanhas dos dois últimos até agora, porém, se restringem a movimentos internos e eles têm sinalizado simpatia a Leite.

O primeiro a anunciar a participação nas primárias nesta manhã foi o governador de São Paulo, na sede do partido em Brasília. Doria disse que o PSDB terá “naturalmente o candidato da terceira via”.

— O candidato vencedor das prévias do PSDB será naturalmente um candidato da terceira via. Ou melhor: um candidato da melhor via. Porque estará legitimado pelas prévias —  discursou Doria.

Apesar das confusões e desavenças entre tucanos registradas nas últimas prévias das quais participou, tanto para o governo de São Paulo como para a prefeitura da capital paulista, Doria disse que iria trilhar um caminho de tranquilidade e manteve a estratégia de não atacar os adversários publicamente.

— E agora disputando com outros três competentes, sérios, e eu classificaria como brilhantes representantes do PSDB: Tasso Jereissati; Arthur Virgílio, um dos melhores tribunos que já vi; e o jovem e competente governador Eduardo Leite.

Nos bastidores, a expectativa é que adversários se unam contra o governador de São Paulo, o que já foi sugerido pelo senador Tasso. Desde que começou a se movimentar para se colocar como presidenciável, Doria colecionou desavenças e sofre com isolamento interno. Ainda assim, o paulista conseguiu quebrar resistências e obteve apoio em estados como Acre e Pará, onde os redutos dos tucanos sofrem pressão de eleitorado do presidente Jair Bolsonaro, inimigo do paulista. Ao mesmo tempo,  Leite equilibrou a disputa com endosso do diretório de Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral tucano nas primárias. O deputado mineiro Aécio Neves é adversário de Doria e tem trabalhado ativamente para a campanha do gaúcho. Em ato em Brasília nesta terça-feira, Leite espera anunciar o apoio do diretório de Santa Catarina.

Nas últimas semanas, o clima entre os candidatos esquentou, com direito a troca de acusações entre aliados e a reviravolta nos apoios dos diretórios. No sábado, Doria conseguiu o apoio no sábado da ex-governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius, presidente nacional do PSDB Mulher e desafeto de Leite. Num contra-ataque, Leite reverteu no mesmo dia o apoio do diretório tucano do Paraná, que antes já havia declarado que estava com Doria

Internamente, Leite tenta se apresentar com um candidato conciliador e com capacidade de diálogo com setores do partido que flertam com o bolsonarismo e de fazer alianças com partidos como o DEM nacional, que hoje está estremecido com Doria. Embora enfrente obstáculos, o paulista tem um ativo que nenhum outro candidato na disputa dispõe: a vacina coronavac contra a Covid-19.

Apesar do favoritismo de São Paulo, que tem maioria no colégio eleitoral tucano e o peso da máquina do estado mais rico do país, o gaúcho se diz apto a vencer.

“Me vejo preparado não só para enfrentar, mas para vencer as prévias e, depois, as eleições. Não só pela minha capacidade, mas pela capacidade das inúmeras pessoas que compartilham do mesmo sentimento que eu: é hora de superar a politica do ‘uns contra os outros’ e partir para o todos contra os problemas do Brasil”, escreveu Leite ao GLOBO por mensagem de texto.

Procurado, Tasso preferiu não comentar. O ex-senador Arthur Virgilio, por sua vez, disse que pretende viajar todos os estados e participar dos debates internos:

— Pretendo correr todos os estados do país e dar recados fortes ao partido. Temos que tratar da questão econômica e lembrar dos legados que o partido deu ao país, com controle inflacionário e responsabilidade fiscal. Também não pode faltar a questão ambiental. Um dos focos da minha campanha será a defesa da Amazônia – disse Virgílio.

Para o presidente do PSDB, Bruno Araújo, as prévias marcam uma etapa mais democrática da escolha de lideranças na política nacional, cuja decisão passa a ser tomada por diferentes grupos do partido.

— É o movimento mais robusto de democracia interna na história dos Partidos Políticos no Brasil. O vencedor vai sair fortemente legitimado para se viabilizar no diálogo com todo o centro político — disse Araújo, que participou do ato com Doria em Brasília.

Ao lado do presidente do partido, Doria leu uma carta sobre sua postulação e fez uma análise do processo político com uma série de críticas indiretas, tanto aos governos do PT quanto ao atual presidente Jair Bolsonaro. Doria tratou, sem citar Bolsonaro, das pautas de protestos antidemocráticos incentivados pelo Palácio do Planalto.

— Os tempos são de retrocesso. Retrocesso institucional, democrático, econômico, ambiental, social, político e moral. Nossas instituições têm sido atacadas, mas dão provas de independência e coragem ao defenderem o que temos de mais sagrado: respeito à Constituição, ao Estado Democrático de Direito, com eleições livres, diretas e com voto eletrônico – discursou.

Sobre petistas, tratou dos escândalos de corrupção que se seguiram nos anos de realização da Operação Lava-Jato.

— Infelizmente, os anos que se seguiram com os governos de Lula e Dilma representaram a captura do Estado pelo maior esquema de corrupção do qual se tem notícia na História do País. Fazer políticas públicas para os mais pobres não dá direito, a quem quer que seja, de roubar o dinheiro público. Os fins não justificam os meios.

No documento, Doria termina sua mensagem defendendo a harmonia entre poderes e afirmando que é preciso resgatar o prestígio internacional do país e o “orgulho” de ser brasileiro.

— Acredito no PSDB, o partido do Plano Real e da Vacina, e acredito no Brasil. No PSDB da vitória. Unidos venceremos a corrupção e a incompetência. Venceremos as trevas e o negacionismo. Vamos juntos unir o Brasil e os brasileiros.

O governador de São Paulo larga em vantagem na disputa das prévias, segundo análise da composição dos integrantes do colégio eleitoral tucano. Isso se deve ao peso que o estado de São Paulo tem nos quatro grupos que podem votar na eleição interna, de acordo com regras aprovadas pela direção da legenda.

Segundo essas normas, os votantes das prévias tucanas serão divididos em quatro grupos e cada um deles terá participação de 25% na apuração final. Fazem parte da divisão: filiados (grupo 1); prefeitos e vice-prefeitos (grupo 2); vereadores, deputados estaduais e distritais (grupo 3); e governadores, vice-governadores, senadores, deputados federais, presidente e ex-presidentes da executiva nacional (grupo 4).

Para vencer as prévias, são necessários mais de 50% dos votos. Se todos os representantes de São Paulo, em cada um dos grupos, votassem no mesmo candidato, o estado teria 24,2% de presença no colégio eleitoral. Os outros três concorrentes de Doria largam de patamares menores num cenário em que também contem com a adesão de todos os seus conterrâneos. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, ficaria com 5,6% dos votos neste panorama. O senador Tasso Jereissati (CE) teria 3,2%, enquanto o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio apareceria com 1,1%.

APÓS FUSÃO ENTRE DEM E PSL, COMANDO, EM PERNAMBUCO, FICA COM LUCIANO BIVAR

Por Renata Bezerra de Melo/Folhape

Presidente nacional do DEM, ACM Neto telefonou para o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, informando que haverá reunião da Executiva nacional do partido, hoje, para ajustes finais sobre a fusão entre as duas legendas. No caso do PSL, o encontro sobre o mesmo tema se dará amanhã ou na próxima quinta-feira.

Não há mais grandes surpresas no radar, mas há ciência, entre os dirigentes, de que a costura nos estados não é tarefa fácil. Em alguns, o controle ficará com o DEM. Em Pernambuco, onde o Democratas é presidido, hoje, por Mendonça Filho, o comando da legenda já estaria hipotecado ao PSL. Leia-se: deve caber a Luciano Bivar após a fusão.

O deputado não fala ainda sobre o assunto, se restringe a dizer que, em relação à direção nacional,  a presidência deverá ser decidida em convenção. Mas deputados que acompanham as movimentações asseguram, à coluna, que essa construção “já foi pacificada” e que Mendonça Filho já estaria ciente. Ainda sobre a conjuntura local, Bivar observa que “será preciso fazer esse acordo com a nacional para definir tudo”. E adverte que será necessário “mais desprendimento, às vezes, do que problema para ser resolvido”. Ele define assim: “São muitas pontas. Você imagina dois partidos, a gente tem 25 anos, o DEM tem essa idade. Há muitas coisas enraizadas. Você precisa ter mais desprendimento, às vezes, do que problema para ser resolvido”.

Uma conversa sobre o assunto ainda estaria para ocorrer entre Bivar e Mendonça Filho, mas Pernambuco vem sendo dado como certo na cota do PSL por lideranças próximas aos dois dirigentes. O DEM já havia programado o ato de filiação de Miguel Coelho para o próximo sábado. Bivar, que prestigiou, ontem, a comemoração dos 130 anos da Usina Cucaú, embarca para Brasília amanhã e tem reunião, na sexta-feira, com o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, recém-egresso do DEM. “Eu, estando aqui, estarei lá na filiação dele, não da candidatura dele, da filiação dele”, informa Bivar.

Sobre o projeto majoritário do prefeito de Petrolina, ele, ao ser indagado, diz que um reforço a esse palanque “não é automático porque depende da nacional”. O detalhe é que, a despeito da fusão iminente, nas hostes socialistas, lideranças não veem Bivar como alguém que irá fazer Oposição ao PSB.

GOVERNADORES DE 20 ESTADOS DIZEM EM NOTA QUE ALTA DO PREÇO DA GASOLINA É ‘PROBLEMA NACIONAL’

Vinte governadores divulgaram nota na qual afirmam que o aumento do preço da gasolina é um “problema nacional” e não das unidades da federação.

A carta é uma resposta às acusações do presidente Jair Bolsonaro, que culpa os estados pelo aumento do preço do combustível.

Na carta, os governadores afirmam que, embora o preço do combustível tenha registrado aumento superior a 40% nos últimos 12 meses, nenhum estado aumentou nesse período o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), um dos tributos que incidem sobre a gasolina.

“Falar a verdade é o primeiro passo para resolver um problema”, escreveram os governadores, entre os quais aliados de Bolsonaro como Claudio Castro (Rio de Janeiro), Romeu Zema (Minas Gerais) e Ronaldo Caiado (Goiás).

“Os Governadores dos Entes Federados brasileiros signatários vêm a público esclarecer que, nos últimos 12 meses, o preço da gasolina registrou um aumento superior a 40%, embora nenhum Estado tenha aumentado o ICMS incidente sobre os combustíveis ao longo desse período. Essa é a maior prova de que se trata de um problema nacional, e, não somente, de uma unidade federativa. Falar a verdade é o primeiro passo para resolver um problema”, diz a íntegra da nota.

Sete governadores não assinaram a carta: Carlos Moisés (Santa Catarina); Ratinho Júnior (Paraná); Mauro Carlesse (Tocantins); Marcos Rocha (Rondônia); Antonio Denarium (Roraima); Wilson Lima (Amazonas); e Gladson Cameli (Acre).

Embate

Na semana passada, o preço médio do litro da gasolina subiu pela 7ª semana consecutiva nos postos, de acordo com levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O preço médio da gasolina chegou na semana passada a R$ 6,076 por litro, contra R$ 6,059 por litro na semana anterior, o que representa uma alta de 0,28%. Nos 4.390 postos pesquisados pela ANP, o preço máximo chegou a R$ 7,199 o litro e, o mínimo, foi de R$ 5,19.

Os preços cobrados nas bombas viraram motivo de embate entre o presidente e os governadores.

Bolsonaro tem cobrado publicamente que os estados reduzam o ICMS para que, dessa forma, os preços da gasolina e do diesel recuem.

Segundo especialistas, o principal motivo da alta nos preços dos combustíveis é a desvalorização do real frente ao dólar.

Em audiência na Câmara, na semana passada, o presidente da Petrobras, general da reserva Joaquim Silva e Luna, afirmou que a empresa não repassa oscilações pontuais dos preços internacionais do petróleo para o valor dos combustíveis no Brasil.

Composição de preços

A formação do preço dos combustíveis é composta pelo preço praticado pela Petrobras nas refinarias, mais tributos federais (PIS-Pasep, Cofins e Cide) e estadual (ICMS), além do custo de distribuição e revenda.

Há ainda o custo do etanol anidro na gasolina, e o diesel tem a incidência do biodiesel. As variações de todos esses itens são o que determina o quanto o combustível vai custar nas bombas.

Signatários

Confira quais governadores assinaram a nota:

Rui Costa (Bahia)
Cláudio Castro (Rio de Janeiro)
Flávio Dino (Maranhão)
Helder Barbalho (Pará)
Paulo Câmara (Pernambuco)
João Doria (São Paulo)
Romeu Zema (Minas Gerais)
Ronaldo Caiado (Goiás)
Mauro Mendes (Mato Grosso)
Eduardo Leite (Rio Grande do Sul)
Camilo Santana (Ceará)
João Azêvedo (Paraíba)
Renato Casagrande (Espírito Santo)
Wellington Dias (Piauí)
Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte)
Renan Filho (Alagoas)
Belivaldo Chagas (Sergipe)
Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul)
Ibaneis Rocha (Distrito Federal)
Waldez Góes (Amapá)

G1

HOMEM É MORTO POR POLICIAL DURANTE TENTATIVA DE ASSALTO NO CENTRO DE PETROLINA

Um homem foi morto a tiros por volta das 20h desta segunda-feira (20), durante uma tentativa de assalto a uma loja de celulares na Avenida Dom Vital, Centro de Petrolina.

Segundo informações iniciais, a loja estendeu o horário de atendimento por conta de uma liquidação. Vendo a porta entreaberta, o suspeito entrou e anunciou o assalto. Testemunhas afirmaram que um policial à paisana reagiu e atirou no ladrão, que morreu no local. A polícia está apurando o caso. Em breve mais informações. (Por Carlos Britto)

ARMANDO: “OPOSIÇÃO FORTALECIDA PARA 2022”

O ex-senador Armando Monteiro (PSDB) encara como positiva a possibilidade de mais de um nome representando as oposições na sucessão estadual de 2022.

“Estou muito animado com o que se desenha para as oposições. Nós temos quadros como Raquel, Miguel, Anderson. São bons quadros porque representam o novo que já tem o que mostrar”, afirmou Armando referindo-se à prefeita de Caruaru e aos prefeitos de Petrolina e Jaboatão dos Guararapes, respectivamente.

Armando avalia que, pelas opções que apresenta, a oposição está fortalecida e que, mesmo com a existência de mais de uma candidatura no primeiro turno, a perspectiva é das forças reunirem-se caso ocorra um segundo turno. “Há uma condição agora extraordinária de interromper esse ciclo do PSB. Considero as oposições muito fortalecidas e vejo o campo governista hoje sem uma alternativa clara que anime, que motive”, afirmou em entrevista à rádio CBN Recife.

Companheiro de partido da presidente estadual do PSDB e prefeita Raquel Lyra, o ex-senador diz enxergar nela o quadro mais competitivo. “Me impressiona a bela trajetória que ela tem. Porque Rachel fez opção pela vida pública pela via do concurso e pela via eleitoral. Ela foi delegada concursada, Procuradora, Secretária de Estado de Eduardo Campos, deputada estadual, e agora gestora reeleita de um dos mais importantes municípios de Pernambuco, e é uma mulher”, elenca.

Armando continua: “Eu tenho um sentimento de que ela é o quadro que se apresenta como o mais competitivo. Agora, entendo que por circunstâncias que estão até ligadas à questão dos palanques nacionais, é possível termos mais de uma candidatura no nosso campo. Acho isso possível, e não vejo como um problema”.

Economia – Na entrevista, Armando também avaliou o quadro econômico de Pernambuco, que tem apresentado problemas estruturais como o recorde nacional de desemprego e a posição indicada no relatório do Banco Mundial como o Estado com o pior ambiente para se empreender no Brasil.

Ele lembrou ainda que nos últimos 5 anos Pernambuco investiu menos que os outros Estados do Nordeste, como Bahia, Ceará e Maranhão. “Então, quando você combina um mau ambiente para o empreendedor e uma baixa taxa de investimento do Governo do Estado, o que significa menos dinheiro para a infraestrutura, para consertar a estrada, para realizar a pequena obra que ativa o emprego no interior, o resultado disso é essa taxa de desemprego altíssimo”, concluiu.

Foto: Divulgação

ESTUDANTES DA ESCOLA DE ARARIPINA MOSTRAM O ORGULHO DE SER SESI

Evento foi realizado, de 13 a 17 de setembro, em todas as escolas da rede em Pernambuco

O SESI Araripina realizou, na última quinta-feira (16), o evento Orgulho de ser SESI e abriu as portas da escola para alunos, familiares, professores e toda a comunidade com o objetivo de mostrar aos visitantes o porquê de a escola ser uma das melhores de Pernambuco.

Durante todo o dia, os alunos do SESI promoveram diversas atividades e apresentações com o foco central de expressarem o orgulho que sentem por participarem da rede de ensino que representa o País em competições internacionais, é pioneira em um modelo de ensino inovador que integra teoria à prática profissional e que tem professores capacitados e apoio extra na preparação para o vestibular por meio de videoaulas.

Os visitantes conheceram a estrutura física da escola e também participaram das atividades em que os alunos apresentaram os projetos desenvolvidos por eles em temáticas como robótica, games, saúde, pesquisa científica, dança e música. De acordo com a gestora da unidade de Araripina, Ana Mary Ferreira, o evento é uma demonstração do orgulho que alunos, pais, professores e gestores têm de pertencerem ao SESI.

“Abrimos as portas da escola para que a comunidade conheça tudo o que o SESI pode oferecer na educação dos nossos jovens. Todas as atividades foram pensadas pelos próprios alunos e eles manifestam esse orgulho, pois sabem que aqui no SESI a educação realmente os prepara para os desafios do futuro. Ficamos muito felizes com a visita dos pais e também dos amigos dos nossos alunos que estudam em outras escolas. O SESI reafirma seu compromisso com a educação dos filhos dos trabalhadores da indústria e, de maneira especial, com toda a comunidade”, afirmou a gestora.

ARMANDO: “BRASIL VIVE PROCESSO PRECOCE DE DESINDUSTRIALIZAÇÃO”

No Fórum BandNews Perspectivas da Indústria do Aço, realizado pelo canal de TV BandNews, o ex-senador Armando Monteiro destacou que o Brasil vive um processo precoce de desindustrialização, o que afeta negativamente o crescimento econômico sustentável do País.

“A melhor forma de crescer é pela indústria, pois ela dissemina conhecimento, remunera melhor o fator trabalho e tem, evidentemente, uma interrelação, um encadeamento, com todos os setores da economia”, afirmou Armando que participou do fórum nos estúdios da TV, em São Paulo. O evento também contou com a presença de representantes do setor produtivo, a exemplo do presidente do Movimento Brasil Competitivo, Jorge Gerdau.

De acordo com Armando, o processo de desindustrialização se dá por uma soma de fatores, a exemplo da má condução das políticas macroeconômicas, como câmbio e juros. “Nós tivemos um câmbio muito apreciado durante um largo tempo, o que tira competitividade da indústria brasileira, e juros muito elevados, o que aumenta significativamente o custo de capital. Tivemos também várias gerações de políticas industriais pouco efetivas, que privilegiaram setores e empresas, mas que não tiveram um corte mais transversal, no sentido de atacar, por exemplo, o custo Brasil, um conjunto de ineficiências que impõem um elevado custo à economia, e isso produz a perda de competitividade”, afirmou.

Para o ex-senador, uma reforma tributária ampla é um imperativo para o reequilíbrio da economia brasileira e também um tema fundamental para a indústria, por ser este o setor que tem a maior carga tributária em termos relativos. Ele voltou a criticar a condução do Governo Federal no encaminhamento da reforma. “O Governo optou por um estratégia de uma reforma fatiada que, a meu ver, não resolve o problema e nem de longe corrige as distorções do sistema tributário atual”.

Armando lembrou ainda que, apesar dos desacertos, o Brasil tem a mais importante plataforma manufatureira da América Latina. “É um ativo extraordinário que gerações de brasileiros construíram, e nós não podemos permitir que isso tudo possa se perder”. Por fim, defendeu que o Brasil tenha um sentido claro das prioridades e que no ambiente político se possa construir um mínimo de convergência em torno dos objetivos. “Como sou muito otimista, acho que até mesmo as tensões que temos vivido servem para que as instituições se fortaleçam. O Brasil precisa seguir na sua trajetória firmemente, com o sentido de prioridade, busca de convergências, para tocarmos essa agenda de reformas, que está tão atrasada. Portanto, fica aqui uma palavra de quem continua confiante e acreditando no País”, concluiu.

Foto: Divulgação